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Sábado, 11 de Julho de 2009

Capricho


Num papinho dixcolado, pique coluna da Capricho, cheguei a conclusão de que existem algumas 'minas' que conseguem castrar um homem sem que ele sequer perceba. Elas merecem um parabéns, por serem tão sutilmente manipuladoras, ou um tiro, por estragarem os poucos homens impetuosos, espontâneos e decididos existentes no mundo?

Particularmente, escolho o tiro para essas garotinhas...pra mim, quem quer alguém pra domar não passa de uma criança demasiadamente mimada que cresceu muito mal acostumada.

Só eu gosto de homem com culhões pra dizer: "você está errada", "não quero ir" ,"seus amigos são patéticos" e coisas do gênero? ...oh well...


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...Yes, I,
I want you
Autonomy...
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Por que tenho essa forma?

Venho por meio deste avisar que dia 15 desse mês, no SESC Consolação, estréia o novo espetáculo de dança de Zélia Monteiro: Por que tenho essa forma?

A apresentação tem cerca de uma hora e é completamente improvisada. Os cinco bailarinos se movimentam de acordo com a música que a diretora musical escolhe na hora, e o único critério para a seleção é a vibe do ambiente, coisa e tal.

A inspiração da diretora partiu de uma palestra de Nichan [sobrenome impronunciável e impossível de lembrar a grafia], professor de Fenomenologia Existencial da PUC. Ele prega que o tempo [passado, presente e futuro] não passa de um instante, pois quando você vai ver, o presente ja virou passado e o futuro já virou presente. Logo, cada pessoa nascida é uma oportunidade, uma promessa de novidade, de um instante criativo.

Ele diz ainda que intantes não têm continuidade, que são isolados e a sequência que damos aos acontecimentos não passam de um laborioso esforço, uma insistência nítida de ir contra uma natureza instantânea. Complexo? Muito! Mas interessantíssimo e, como eu disse, vi o ensaio e achei o máximo as histórias contadas pelos artistas por meio da dança e pela interrupção brusca dos movimentos quando a música muda. Ah! Toca de tudo. De música clássica à percussão feita ao vivo e...não sei se deveria falar, mas vi até CD do Radiohead no meio do rolo.

É por causa do total improviso que as apresentações são únicas, afinal, as coreografias não se repetirão jamais, pois cada instante é diferente do outro e o corpo reflete o meio no qual está inserido, né não?

Bem, se ficou a fim de assistir, me avise, pois tenho uns ingressos sobrando. Bora lá?

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Se voce fosse um livro...

...qual seria?
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Fiz o teste e o resultado foi:
Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.
Ok, você não é exatamente uma pessoa fácil e otimista, mas muita gente te adora. É possível, aliás, que você marque a história de sua família, de seu bairro... Quem sabe até de sua cidade? Afinal, você consegue ser inteligente e perspicaz, mas nem por isso virar as costas para a popularidade - um talento raro. Claro que esse cinismo ácido que você teima em destilar afasta alguns, e os mais jovens nem sempre conseguem entendê-lo. Mas nada que seu carisma natural e dinamismo não compensem.
"Memórias póstumas de Brás Cubas" (1881) é considerado o divisor de águas entre os movimentos Romântico e Realista. Uma das expressões da genialidade de Machado de Assis (e de sua refinada ironia), há décadas tem sido leitura obrigatória na maior parte das escolas e costuma agradar aos alunos adolescentes. Já inspirou filme e peças de teatro. É, portanto, um caso de clássico capaz de conquistar leitores variados. Proezas de Machado.
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Faça o teste você também!

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Pra não dizer que não falei das flores

Ainda querendo ver A Erva do Rato...que por um acaso sai de cartaz amanhã...

Enquanto isso, na cidade prateada, a pergunta que não quer calar:
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P/S: cliquem na pergunta e respondam lá...só estou ajudando um alguém.

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Top 5 - Músicas que fazem querer pular
















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E essa, especial, porque pulei até não sentir as pernas:

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Porque faz rir



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BARONE, Gabriel: Publicitário por formação, percurssionista por afinidade, malabarista por habilidade, desenhista por vocação e xavecador por patologia. Gosta de longos passeios na praia, aventuras, comida japonesa, observar a Lua e hóquei subaquático.

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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Querido Diário

Meio destreinada de andar de metrô, mas as risadas...ah...as risadas....sempre inevitáveis. Primeiro, que pra chegar lá, tive que pegar um ônibus, óbvio. Moro na puta que pariu e não tenho opções. Entrei, sentei e, em seguida, levantei, porque uma senhorinha capenga adentrou o coletivo já me encarando.

Estava ouvindo música, então nem liguei. O Bom humor acordou comigo hoje. Cheguei na estação Tatuapé, minha favorita. Não pelos shoppings que a cercam [eles eu dispenso], mas por ser minha desde que me entendo por gente. Entrei no trem e não quis sentar, embora tivesse vários lugares vazios.

No Belém, um casal entrou tão esbaforido que o macho conseguiu tropeçar na própria sacola. Não caiu, mas foi engraçado mesmo assim. Na Bresser uma estudante de educação fisica da São Judas tentava ficar feminina a qualquer custo dentro do uniforme largo. Passou tanto lápis no olho que ficou parecendo com um urso panda.

No Brás tremi. Sempre tremo no Brás por me recordar do sofrimento que é experenciá-lo em horário de pico. Mas só entraram pessoas cheias de sacolas. Nada de novo. Parque Dom Pedro não entrou ninguém, não naquele vagão, pelo menos. Até estranhei. Sé. O impulso de descer é forte mas não era meu ponto. Nela o trem voltou a ficar vazio, mas ainda assim não quis sentar.

Anhangabaú, pra variar, o motorista/maquinista/homem que guia o trem errou a pronúncia. Nessa hora já havia desligado o rádio, afinal, na linha do inferno não tem recepção de sinal. República é o lugar dos punks de butique. Opera Rock impera nos atuais frequentadores do bairro. Engraçado que eles compram roupas caras pra ficar fazendo point na Galeria do Rock...Enfim.

Santa Cecília. Me lembra TCC. Nela desembarcaram as crianças munidas dos chicletes que tentaram vender aos passageiros durante o trajeto. Marechal Deodoro. Meu destino. Nada aconteceu no desembarque então achei que as risadas haviam terminado. Achei. Quando estava quase saindo da estação, me deparei com uma menina tão brega, mas tão brega que...bom...agora eu entendo porque as pessoas disseram que sair de pijama não é tão ruim assim. O que eu fiz na hora? Claro que ri, óbvio. Pensei em descrevê-la, mas é possivel ofender alguns leitores, e, como eu disse 'o bom humor acordou comigo hoje'.

É isso. A volta eu conto outro dia.